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Nome: Aparecida

Signo: Gêmeos,

com ascendente em Áries.

Aniversário: 06/06

Sou: Mística de corpo e alma!

Gosto de: ler, escrever poemas,

pintura de óleo sobre tela,

violão, dos meus 3 gatinhos,

da minha familia,

e de todos os meus amigos.

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Tudo é efêmero, porque a vida é a soma de pequenos

fragmentos que são os momentos. Por isso a vida é

apenas isso... momentos...

Retirado do blog: http://se-eu-blogo.blogspot.com - PT



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Postado por: Caminhantes às 21h06

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Astrologia Babilônica



A astrologia Babilônica era parte do culto religioso oficial.
Os astrólogos babilónicos eram também sacerdotes religiosos;
tinham a seu cargo por isso não só a função litúrgica e de devoção,
como também a missão de interpretar a vontade, intenções e mensagens
dos espíritos celestes, (deuses); pois uma das formas de realização
dessa tarefa de comunicação com os espíritos, era feita através da astrologia.

A astrologia babilônica foi sistematizada há cerca de 2.000 anos A.C.
Os mais importantes escritos sobre astrologia na babilônia datam
do Sec XVI A.C.; uma das mais importantes obras astrológicas
encontra-se registada em 70 placas, sendo que a obra de astrologia
e horóscopos se chama « Enuma Anu Enlil».

A astrologia babilônica funcionava tanto através de um sistema de sinais
e presságios que indicavam a futura realização de um certo tipo de eventos,
assim como, também, consistia num estudo dos corpos celestes
e da influencia que a sua disposição exercia sobre certos eventos
tantos pessoais como sociais.

A astrologia e religião babilônica professava a sua crença esotérica
na concretização de duas praticas espirituais:

Um processo necromântico
Um processo astrológico – espiritual

Através do processo necromântico, os sacerdotes encontravam
em contacto com o mundo dos espíritos através do sacrifício de animais.
Acreditavam os babilônicos, (bem como a maioria das civilizações
da antiguidade), que certos espíritos, (deuses),
se identificavam com certos animais que lhes eram agradáveis
ou traduziam muito da sua própria essência neste mundo;
ora, o animal com o qual um certo deus se identificava
era-lhe sacrificado; se o espírito aceitasse o sacrifício daquele animal,
então aceitaria junto de si a alma do animal sacrificado,
e falaria manifestando-se no corpo do mesmo, uma vez que o corpo
não passa de um receptáculo para uma alma.
Assim o espírito celestial faria revelar as suas mensagens no corpo
do animal com o qual entrou em contacto, da mesma forma que também
podia fazer inscrever os seus pensamentos ou vontades
divinas nos corpos celestes.

Assim se chega ao processo astrológico:

Na astrologia babilônica, professava-se que os corpos celestes
podiam permitir conhecer não só a dinâmica do mundo visível e físico,
(auxiliando na previsão da mudança das estações, e logo nas colheitas,
nos fenómenos atmosféricos,etc), como também podiam permitir conhecer
a dinâmica do mundo invisível ou espiritual, assim como a influencia
desse sobre o nosso mundo e as nossas vidas.

A astrologia babilônica reconhecia 5 planetas:
Júpiter, Vénus, Saturno, Mercúrio e Marte.

Cada um destes planetas eram considerados como representações
de 5 espíritos celestiais ou deuses, pelo que seria possível
pela sua observação, calcular as dinâmicas, mensagens e influencia
desses mesmos espíritos ou forças espirituais nas nossas vidas ou no nosso mundo.

Sublinhe-se que os corpos celestes não eram vistos nem entendidos
como «deuses», ao contrário do que comummente se diz.
Os corpos celestes eram antes entendidos como representações
simbólicas de forças espirituais celestiais, que se podiam manifestar
através da natureza, nomeadamente dos planetas.
Os astrólogos e magos da antiguidade não eram por isso um grupo
de ignorantes supersticiosos, (ao contrario: eram reconhecidamente
brilhantes astrónomos e matemáticos), e não confundiam o que é um espírito,
como o que é um corpo celeste, ao contrário do que normalmente se afirma.

Na astrologia babilônica, os 5 planetas de reconhecida influencia sobre
o nosso mundo, correspondiam aos seguintes espíritos celestes, ou deuses:

Júpiter/Nibiru – Maduk; deus dos deuses, dominador da magia branca.


Vénus – Ishtar; deusa da fertilidade, amor, das conquistas e das vitorias.

Saturno – Ninib; deus da agricultura e das curas
mas também o «vento do sul»: o ciúme e a ira.

Mercúrio – Nabu; deus da sabedoria e da escrita.

Marte – Nergal; deus da guerra, destruição, pestilência,
senhor do fogo e dos desertos.

Também o Sol e a lua correspondiam a 2 divindades:
Sol- Shamash, o deus Sol e da justiça.

Lua- Sin, a deusa lunar, senhora da astrologia e da magia.

A «santa trindade» na religião babilônica era representada por Shamash,
Sin e Ishtar
, representando este o sol, a lua e a terra.

Era a atividades destes 7 corpos celestes e as suas relações entre si,
que permitam entender a influência que as 7 entidades espirituais
e celestes exerceriam sobre o nosso mundo físico.

Os babilônicos foram os primeiros a criar um calendário semanal,
(fundamentado no Sol), e a dar nomes aos dias da semana,
o que veio a indelevelmente influenciar a cultura da humanidade
até aos nossos dias.

Domingo- dia do Sol
Segunda feira- dia da Lua
Terça feira- dia de Marte
Quarta feira – dia de Mercúrio
Quinta feira – dia de Júpiter
Sexta feira – dia de Vénus
Sábado – dia de Saturno

Ainda hoje em dia, a definição dos dias das semanas criada pela
astrologia e astrólogos babilônicos, perdura nos nossos dias.

Ainda hoje, a astrologia e esoterismo encontram nestas fontes,
os meios de contato com entidades espirituais.

A astrologia babilônica era uma astrologia de profundo sentido
religioso, espiritual e necromântico, ao contrário do conceito
da astrologia ocidental, tal como hoje é entendida.

Tratava-se de uma pratica astrológica relacionada com as forças
espirituais que influenciam a nossa existência,
ao contrário da astrologia ocidental, mais fundamentada
que é nas escolas astronómicas racionalistas.

(texto integral aqui)
 
Texto e Gif retirado do blog:http://mysthyk.blogspot.com


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Postado por: Caminhantes às 18h38

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Dias Melhores

Paulo R. Gaefke

Você me perguntou o que eu queria,
eu só quero ter dias melhores.
Uma chance para amar e viver com intensidade,
rever velhos amigos, passear sem compromisso,
trabalhar com paixão sem olhar para o relógio,
ter um tempo para ler, beijar,
jogar conversa fora, fazer amigos...
 
Você me perguntou o que eu queria,
e eu quero tão pouco, ter um dia melhor,
um dia para andar com você,
dizer para as pessoas que amo
o quanto elas são importantes para mim.
E quero ser conquistado todos os dias,
encontrar esse amor eterno...
 
Eu só quero um dia melhor,
um dia para sorrir como criança,
onde renasçam meus sonhos mais simples.
E renovado de amor e esperança,
eu possa ver o sol e sonhar com a lua,
amar o mar e me encantar com o rio,
deixar a brisa me tocar...
 
O melhor começa agora,
na certeza de que eu posso recomeçar,
fazer de novo o mesmo caminho,
reparando um pouco mais na estrada,
vendo as flores que eu pisei e nem reparei,
enxergando o amor que eu não vi,
percebendo a beleza de ser o que sou,
sem pressa de morrer, sem angústia.
 
Você me perguntou o que eu queria,
e eu quero apenas um dia melhor,
que seja hoje,
agora,
e para sempre...

Texto retirado do blog: http://mundo.dokekko.zip.net

 

 


A flor de lótus nasce do lodo,
e representa o poder da transformação
que temos dentro de nós.

No Egito Antigo existiam duas espécies nativas de lótus:
o lótus branco (Nymphaea lotus)
e a espécie azul (Nymphaea cerulea).
A terceira espécie, o lótus rosa (Nelumbo nucifera)
veio da Pérsia e cultivada no Egito durante o último período.
Estas três espécies aparecem retratadas na arte egípcia.
O lótus rosado apareceu especificamente na arte helenística
enquanto que o lótus azul, considerado sagrado pelos egípcios,
é o que aparece nos hieróglifos.

O lótus ou nenúfar era sagrado para os deuses solares,
pois ao nascer, esta planta se volta para o leste
como se tivesse prestando honras ao sol nascente.
Na arte era utilizado como símbolo do Baixo-Egito
e era retratado com suas folhas entrelaçadas com papiros
(símbolo do Alto-Egito) simbolizando a unificação
de ambas as terras.

O lótus se fecha ao anoitecer e submerge na água.
Ao amanhecer emerge e floresce novamente.
A flor se converteu no símbolo natural do sol e da criação.
Em Hermópolis acreditava-se que existia um lótus gigantesco
que emergia das "águas primordiais de Nun"
do qual logo aparecia no meio de suas folhas, o deus solar.

Como um símbolo que evoca o "renascimento",
era associado a lenda da morte e ressurreição de Osíris.
Os quatro filhos de Hórus aparecem sobre o lótus
e de frente para Osíris.
No Livro dos Mortos o lótus é mencionado com uma citação:
"Transforma a ti mesmo num lótus e terás a promessa de ressurreição".

" As pétalas da Flor de Lótus abrem-se para o sol,
como a nossa alma se abre para a energia divina".

(texto retirado da internet, através de várias pesquisas)
  



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Postado por: Caminhantes às 08h46

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Alquimia

 

Sinto-me só, não só pela sua ausência

Só em mim mesma, tecendo enganos

Sigo com a dor que comprime o peito

E na alma a esperança de rever-te

 

Sinto-me só no mais profundo do meu ser

Nesse tormento busco uma razão

Para esculpir-me com a próprias mãos

E oferecer-te o melhor de minha essência

 

Sou o fogo que arde buscando a transformação

e sou o aço que só o seu abraço pode derreter

Eu sou a água da criação

e sou o amor que aguarda reconhecer-se

 

Sou só, não só pela sua ausência

Só em mim mesma, guardiã dos sonhos desfeitos

O vento frio da noite abraça-me

E na alma a esperança de rever-te

Fenix

 É meio longo, mas vale pelo conhecimento.

Ave fabulosa que, segundo a mitologia, vivia durante muitos séculos e que,
depois de queimada, renascia das cinzas. Significa, também,única na sua
espécie ou gênero e superior às outras.

Na mitologia Antiga, a Fênix habitava os desertos da Arábia e vivia muitos
séculos. Era do tamanho de uma águia, tinha na cabeça uma crista brilhante,
as penas do pescoço eram douradas e as outras, de cor púrpura, a cauda
era branca com plumas encarnadas e os olhos brilhantes como estrelas.

Diz-se que, quando sentia aproximar seu fim, fazia um ninho com ramos untados
de gomas odoríferas, expunha-o aos raios do Sol, nele se abrasando. Das suas
cinzas nascia um verme, ou um ovo, segundo outros, do qual nascia uma nova Fênix,
cujo primeiro cuidado era transportar à Heliópolis e depositar, no altar do Sol,
os restos de seu pai.
Era um símbolo do Sol e, entre os egípcios, um emblema da alma.

O mito da Fênix foi popular durante a era Cristã, tendo sido interpretado como
um símbolo da Ressurreição.
A Fênix acha-se representada em um grande número de monumentos antigos e muitas
vezes como símbolo de Hermés.
Na simbologia Cristã, a Fênix é circundada de raios solares e simboliza
Jesus Cristo, morrendo e ressurgindo no terceiro dia.

Na mitologia oriental, dá-se igualmente o nome de Fênix a uma ave maravilhosa
que os chineses transformaram em símbolo da felicidade, da virtude e
da inteligência. Participam da ave o dragão, a serpente, a tartaruga e o peixe.
Na sua plumagem, brilham cinco cores sagradas.

A Fênix é também, símbolo da morte e renascimento perpétuo da natureza.

Esta ave fabulosa é o símbolo do renascimento e da ressurreição.
Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida,
em troca daquela que sacrificou pela humanidade.

No Egito, a Fênix está sempre em relação com a estrela Sothis
ou estrela de cinco pontas, ou estrela flamejante, que é pintada,
muitas vezes, ao seu lado.

Para a Rosa-Cruz, a Fênix representa a depuração da alma, a reintegração do homem
em sua Essência Divina original. Dentro da simbologia maçônica, a Fênix é usada
para representar a inviolabilidade, o Fogo Divino, inesgotável benefício de Deus.

Os Alquimistas, em sua linguagem pitoresca e Hermética, simbolizavam pela Fênix,
pelo pelicano, ou por um Jovem Rei Coroado, a Pedra Filosofal; durante as várias
fases da operação alquímica, chamada "A Grande Obra", ela adquiria a cor vermelha,
passando pelo estado de rubrificação. Diziam, então, que a Pedra é como a Fênix,
que renascia das próprias cinzas.

A antiga lenda mitológica da Fênix é muito familiar.
Dizia-se que vivia seiscentos anos no deserto, construindo, para si mesma,
uma "pira funerária" com madeiras aromáticas; que acende, abanando-a com as asas
e emergindo das chamas com uma nova vida.

A Pira representa o receptáculo onde arde o "Fogo Sagrado".
Do ponto de vista Hermético, o fogo possui as qualidades quente e seca,
que correspondem ao verão, ao meio-dia.
A cor vermelha é Tamas, vibrando em seu aspecto mais sutil.

Desde os tempos mais remotos da humanidade, o fogo tem sido adorado por todos
os povos, como símbolo da vida ou da força animadora, seja diretamente como
fogo aceso, seja como Sol.
Por isso, o fogo sempre foi sagrado.

(no próximo post, daremos continuidade sobre o encantamento e trato da Fênix)

texto retirado do blog:  http://mysthyk.blogspot.com



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Postado por: Caminhantes às 22h26

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